Esta artista japonesa transforma pedras em adoráveis animais.

- janeiro 07, 2019


Esta artista japonesa transforma pedras em adoráveis animais.

Akie é uma artista que se inspira nas formas das pedras que estão em seu caminho e leva aquelas que ela acredita estarem destinadas a ser um personagem específico.

Desde criança colecionou pedras, mas foi até 2011 enquanto caminhava na margem de um rio e se deparou com uma que tinha a forma de um coelho.

"Toda rocha tem sua intenção e considero nossos encontros com elas como um sinal para pintá-las de acordo com o que vemos nelas", comentou a artista.e

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Depois de encontrar pedras que ela acha que têm a forma de animais, ela pensa cuidadosamente sobre o próximo passo e perguntou a si mesma: Estou pintando a coluna do lado correto? Estou colocando tudo certo onde deveria ir? Estou respeitando a forma natural da pedra? Depois de conseguir todas as respostas, começou a pintar cuidadosamente a pedra com tinta acrílica. 
Gatos, cachorros, corujas e todo animal que ver nas pedras é o que Akie pinta nelas. É até o final, quando pinta os olhos e só até que considerar que eles parecem "vivos" é que ela sabe que seu trabalho está terminado.

Akie acha que cada rocha tem uma história para contar e é por isso que ela tenta dar-lhes "vida" através da pintura, ela até confessou que às vezes fala com a pedra que ela está pintando enquanto ela segura em sua mão.

No perfil de Akie no Instagram você pode ver mais sobre seu trabalho maravilhoso.

Veja a maneira espetacular como Akie transforma essas pedras em adoráveis pinturas de animais:





















O talento deste artista é indiscutível, você não acha? Qual sua opinião sobre as criações dela?
Créditos: Akie

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AUMENTA NÚMERO DE PESSOAS QUE DEIXAM DE REBOCAR A PAREDE PARA COMPRAR IPHONE Ex-catadora de latinhas passa em concurso: ganha R$ 7 mil por mês! Ex-catadora de latinhas passa em concurso: ganha R$ 7 mil por mês! Veja como todo mundo pode melhorar na vida. É só ter vontade, estudo e disciplina. Uma catadora de latinha do Distrito Federal conseguiu passar em um concurso de nível médio do Tribunal de Justiça estudando apenas 25 dias. Com isso, ela trocou uma renda mensal de R$ 50, por um salário de R$ 7 mil. “Foi muito difícil. Hoje, contar parece que foi fácil, mas eu venci”, afirma Marilene Lopes. Agora, ela diz que pensa em estudar direito. Sem dinheiro nem para comprar gás e obrigada a cozinhar com gravetos, Marilene Lopes viu a vida dela e a da família mudar em 2001, depois de ler na capa de um jornal a abertura das inscrições para o concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Latinhas Ela, que até então ganhava R$ 50 por mês catando latinhas em Brazlândia, cidade a 30 quilômetros de Brasília, decidiu usar os 25 dias de repouso da cirurgia de correção do lábio leporino para estudar com as irmãs, que tinham a apostila da seleção. Apenas Marilene foi aprovada. “Minha mãe disse que, se eu fosse operar, ela cuidava dos meninos, então fui para a casa dela. Minha mãe comprou uma apostila para as minhas irmãs, aí dei a ideia de formarmos um grupo de estudo. Íamos de 8h às 12h, 14h às 18h e de 19h às 23h30. Depois eu seguia sozinha até as 2h”, explica. O esforço de quase 12 anos atrás ainda tem lugar especial na memória da família. Na época, eles moravam em uma invasão em Brazlândia. Fome Marilene já havia sido agente de saúde e doméstica, mas perdeu o emprego por causa das vezes em que faltou para cuidar das crianças. Como os meninos eram impedidos de entrar na creche se estivessem com os pés sujos, ela comprou um carrinho de mão para levá-los e aproveitou para unir o útil ao agradável: na volta, catava as latinhas de alumínio. Segundo ela, a situação durou um ano e meio, e na época a família passava muita fome. “Nunca tinha nem fruta para comer. Eu me lembro que passei um ano com uma só calcinha. Tomava banho, lavava e dormia sem, até secar, para vestir no outro dia. Roupas, sapato, bicicleta [os filhos puderam ter depois da aprovação no concurso]. Nunca tive uma bicicleta”, conta. R$ 5 emprestados Mesmo para se inscrever na prova Marilene (foto cima), que é técnica em enfermagem e em administração, encontrou dificuldades. Ela lembra ter pedido R$ 5 a cada amigo e ter chegado à agência bancária dez minutos antes do fechamento, no último dia do pagamento.E o resultado foi informado por uma das irmãs, que leu o nome dela no jornal. “Dei uma flutuada ao ver o resultado. Pedi até para minha irmã me beliscar.” Nova vida Ganhando atualmente R$ 7 mil, a técnica judiciária garante que não tem vergonha do passado e que depois de formar os cinco filhos pretende ingressar na faculdade de direito. “Mesmo quando minhas colegas passavam por mim com seus carros e riam ao me ver catando latinhas com o meu carrinho de mão eu não sentia vergonha. E meus filhos têm muito orgulho de mim, da nossa luta. Eles querem seguir meu exemplo.” Marilene já passou pelo Juizado Especial de Competência Geral, 2ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Sobradinho, 2ª Vara Criminal de Ceilândia, 12ª Vara Cível de Brasília e Contadoria. A trajetória dela inspira os colegas. Por e-mail, o primeiro chefe, o analista Josias D’Olival Junior, é só elogios. “A sua história de vida, a sua garra e o seu caráter nos tocavam e nos inspiravam profundamente.” Fonte:Bem Mais Mulher Página inicial

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